quinta-feira, 17 de novembro de 2011

AÇÃO LEGAL CONTRA USO IMPROPRIO DA IMAGEM DO PAPA EM PUBLICIDADE

CIDADE DO VATICANO, 17 de novembro 2011 (VIS). Esta manhã foi tornado público o seguinte Comunicado da Secretário de Estado em razão de uma campanha publicitária que usa indevidamente a imagem do Santo Padre:
         "A Secretaria de Estado deu instruções aos seus advogados para realizar, na Itália e no exterior, a ação apropriada para impedir a circulação, inclusive através dos meios de comunicação, de fotomontagem, criado como parte da campanha de publicidade da Benetton, na qual aparece a imagem do Santo Padre de uma forma tipicamente comercial, considerados ofensivos não só a dignidade do Papa e da Igreja Católica, mas também a sensibilidade dos fiéis."
          Da mesma forma, ontem à noite, foi feita uma declaração pública pelo Padre Federico Lombardi, SJ, Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, sobre a mesma campanha publicitária:
          "É preciso exprimir um forte protesto por um uso completamente inaceitável da imagem do Santo Padre, manipulada e explorada como parte de uma campanha publicitaria de fins comerciais."
          Se trata de uma grave falta de respeito pelo Papa, de um insulto aos sentimentos dos fiéis, uma clara demonstração de como a publicidade pode violar regras básicas de respeito pelas pessoas para atrair a atenção por meio de provocação.
         A Secretaria de Estado está a considerar os passos para as autoridades relevantes para garantir a proteção do direito de imagem do Santo Padre".

CATEQUESE DO PAPA


         Durante a audiência geral de ontem, realizada na Praça de São Pedro, com a participação de mais de 11.000 peregrinos, o Santo Padre concluiu as catequeses sobre a oração do Saltério, e apresentou algumas reflexões sobre o Salmo 110, “um Salmo que o próprio Jesus citou e que os autores do Novo Testamento em grande parte retomam com referência ao Messias (...), muito amado pela Igreja antiga e dos crentes de todos os tempos”, que celebra o “Messias vitorioso, glorificado à direita de Deus”.

           “O Salmo começa com uma declaração solene: ‘Oráculo do Senhor ao meu senhor: ‘Assenta-te à minha direita até que eu ponha os teus inimigos sob os teus pés’”. Bento XVI explicou que “é o Cristo, o Senhor (...) entronizado, o Filho do homem sentado à direita de Deus (...). Ele é o verdadeiro rei que com a ressurreição entrou na glória à direita Pai; feito superior aos anjos, sentado no céu, acima de todo poder e autoridade e com todo adversário a seus pés, até o último inimigo, a morte e, finalmente, conquistada por Ele.”

           "Entre o rei celebrado pelo nosso Salmo e Deus existe relação inseparável; os dois governam juntos, a tal ponto que o salmista pode dizer que o próprio Deus a estender o cetro do rei, dando-lhe a tarefa de dominar seus adversários (...) O exercício do poder é um encargo que o rei recebe diretamente do Senhor, uma responsabilidade que deve viver na dependência e na obediência, tornando-o o sinal, no seio do povo, a poderosa presença e providência de Deus. O domínio sobre o inimigo, a glória e a vitória são dons recebidos, que fazem do soberano um mediador do triunfo divino sobre o mal."

           No versículo 4 aparece a dimensão sacerdotal ligada a realeza: “O Senhor jurou e não se arrependerá: ‘Tu és sacerdote eternamente segundo a ordem de Melquisedeque’”. Melquisedeque era o sacerdote rei de Salém, que abençoou Abraão e ofereceu pão e vinho após a bem-sucedida campanha militar conduzida pelo patriarca para salvar seu sobrinho Ló das mãos do inimigo que o havia capturado. (...) O rei celebrado no Salmo será sacerdote para sempre, o mediador da presença divina entre seu povo, através da bênção que vem de Deus (...). Jesus é o verdadeiro e definitivo sacerdote, que traz e completa as características do sacerdócio de Melquisedeque, tornando-o perfeito. (...) E a oferta de pão e vinho, feito por Melquisedeque no tempo de Abraão, encontra o seu cumprimento no gesto eucarístico de Jesus, que no pão e no vinho oferece a si mesmo, e vencida a morte, leva a vida todos os que creem. ”

           Os versos finais do Salmo se abem “com a visão do rei triunfante que, apoiado pelo Senhor, tendo recebido Dele poder e glória, se opõe aos inimigos confundindo os adversários e julgando as nações. (...). O soberano, protegido do Senhor, quebra a cada obstáculo e avança seguro para a vitória.”

           “A tradição da Igreja tem em grande consideração este salmo como um dos mais significativos textos messiânicos. (...) O rei cantado pelo salmista é Cristo, o Messias que instaura o Reino de Deus e supera os poderes do mundo, é o Verbo gerado do Pai antes de todas as criaturas, o Filho encarnado, morto e ressuscitado e sentado no céu, o sacerdote eterno que, no mistério do pão e do vinho, dá o perdão dos pecados e a reconciliação com Deus, o rei que levanta a cabeça triunfando sobre a morte através de sua ressurreição”.

           “O evento pascal de Cristo torna-se assim a realidade para a qual nos convida a olhar o Salmo, a olhar a Cristo para compreender o significado da verdadeira realeza, de viver no serviço e doação de si, em um caminho de obediência e de amor trazido até o fim. Rezando com este Salmo, peçamos ao Senhor de poder proceder também nós o seu caminho, no seguimento de Cristo, o Messias Rei, dispostos a subir com Ele o monte da cruz para entrar com Ele na glória, e contempla-lo sentado à direita do Pai, rei vitorioso e sacerdote misericordioso que dá o perdão e salvação a todos os homens.”

           “Queridos Amigos” - concluiu o Pontífice – “Nestas ultimas catequeses, eu quis apresentar alguns dos Salmos, preciosas orações que encontramos na Bíblia e que refletem as diversas situações da vida e os vários estados de espírito que temos para com Deus. Gostaria agora de renovar a todos o convite para rezar mais com os Salmos, talvez acostumado a usar a Liturgia das Horas, as Laudes na parte da manhã, as Vésperas a tarde, as Completas antes de ir dormir. Nossa relação com Deus só pode ser enriquecida no cotidiano caminho em direção a Ele.”

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

DIA DE REFLEXÃO, DIÁLOGO E ORAÇÃO PELA PAZ E A JUSTIÇA NO MUNDO "PEREGRINOS DA VERDADE, PEREGRINOS DA PAZ"

DISCURSO DO PAPA BENTO XVI

Assis, Basílica de Santa Maria dos Anjos
Quinta-feira
, 27 de Outubro de 2011



Queridos irmãos e irmãs,
distintos Chefes e representantes das Igrejas
e Comunidades eclesiais e das religiões do mundo,
queridos amigos,


         Passaram-se vinte e cinco anos desde quando pela primeira vez o beato Papa João Paulo II convidou representantes das religiões do mundo para uma oração pela paz em Assis. O que aconteceu desde então? Como se encontra hoje a causa da paz? Naquele momento, a grande ameaça para a paz no mundo provinha da divisão da terra em dois blocos contrapostos entre si. O símbolo saliente daquela divisão era o muro de Berlim que, atravessando a cidade, traçava a fronteira entre dois mundos. Em 1989, três anos depois do encontro em Assis, o muro caiu, sem derramamento de sangue. Inesperadamente, os enormes arsenais, que estavam por detrás do muro, deixaram de ter qualquer significado. Perderam a sua capacidade de aterrorizar. A vontade que tinham os povos de ser livres era mais forte que os arsenais da violência. A questão sobre as causas de tal derrocada é complexa e não pode encontrar uma resposta em simples fórmulas. Mas, ao lado dos factores económicos e políticos, a causa mais profunda de tal acontecimento é de carácter espiritual: por detrás do poder material, já não havia qualquer convicção espiritual. Enfim, a vontade de ser livre foi mais forte do que o medo face a uma violência que não tinha mais nenhuma cobertura espiritual. Sentimo-nos agradecidos por esta vitória da liberdade, que foi também e sobretudo uma vitória da paz. E é necessário acrescentar que, embora neste contexto não se tratasse somente, nem talvez primariamente, da liberdade de crer, também se tratava dela. Por isso, podemos de certo modo unir tudo isto também com a oração pela paz.

         Mas, que aconteceu depois? Infelizmente, não podemos dizer que desde então a situação se caracterize por liberdade e paz. Embora a ameaça da grande guerra não se aviste no horizonte, todavia o mundo está, infelizmente, cheio de discórdias. E não é somente o facto de haver, em vários lugares, guerras que se reacendem repetidamente; a violência como tal está potencialmente sempre presente e caracteriza a condição do nosso mundo. A liberdade é um grande bem. Mas o mundo da liberdade revelou-se, em grande medida, sem orientação, e não poucos entendem, erradamente, a liberdade também como liberdade para a violência. A discórdia assume novas e assustadoras fisionomias e a luta pela paz deve-nos estimular a todos de um modo novo.

          Procuremos identificar, mais de perto, as novas fisionomias da violência e da discórdia. Em grandes linhas, parece-me que é possível individuar duas tipologias diferentes de novas formas de violência, que são diametralmente opostas na sua motivação e, nos particulares, manifestam muitas variantes. Primeiramente temos o terrorismo, no qual, em vez de uma grande guerra, realizam-se ataques bem definidos que devem atingir pontos importantes do adversário, de modo destrutivo e sem nenhuma preocupação pelas vidas humanas inocentes, que acabam cruelmente ceifadas ou mutiladas. Aos olhos dos responsáveis, a grande causa da danificação do inimigo justifica qualquer forma de crueldade. É posto de lado tudo aquilo que era comummente reconhecido e sancionado como limite à violência no direito internacional. Sabemos que, frequentemente, o terrorismo tem uma motivação religiosa e que precisamente o carácter religioso dos ataques serve como justificação para esta crueldade monstruosa, que crê poder anular as regras do direito por causa do «bem» pretendido. Aqui a religião não está ao serviço da paz, mas da justificação da violência.

          A crítica da religião, a partir do Iluminismo, alegou repetidamente que a religião seria causa de violência e assim fomentou a hostilidade contra as religiões. Que, no caso em questão, a religião motive de facto a violência é algo que, enquanto pessoas religiosas, nos deve preocupar profundamente. De modo mais subtil mas sempre cruel, vemos a religião como causa de violência também nas situações onde esta é exercida por defensores de uma religião contra os outros. O que os representantes das religiões congregados no ano 1986, em Assis, pretenderam dizer – e nós o repetimos com vigor e grande firmeza – era que esta não é a verdadeira natureza da religião. Ao contrário, é a sua deturpação e contribui para a sua destruição. Contra isso, objecta-se: Mas donde deduzis qual seja a verdadeira natureza da religião? A vossa pretensão por acaso não deriva do facto que se apagou entre vós a força da religião? E outros objectarão: Mas existe verdadeiramente uma natureza comum da religião, que se exprima em todas as religiões e, por conseguinte, seja válida para todas? Devemos enfrentar estas questões, se quisermos contrastar de modo realista e credível o recurso à violência por motivos religiosos. Aqui situa-se uma tarefa fundamental do diálogo inter-religioso, uma tarefa que deve ser novamente sublinhada por este encontro. Como cristão, quero dizer, neste momento: É verdade, na história, também se recorreu à violência em nome da fé cristã. Reconhecemo-lo, cheios de vergonha. Mas, sem sombra de dúvida, tratou-se de um uso abusivo da fé cristã, em contraste evidente com a sua verdadeira natureza. O Deus em quem nós, cristãos, acreditamos é o Criador e Pai de todos os homens, a partir do qual todas as pessoas são irmãos e irmãs entre si e constituem uma única família. A Cruz de Cristo é, para nós, o sinal daquele Deus que, no lugar da violência, coloca o sofrer com o outro e o amar com o outro. O seu nome é «Deus do amor e da paz» (2 Cor 13,11). É tarefa de todos aqueles que possuem alguma responsabilidade pela fé cristã, purificar continuamente a religião dos cristãos a partir do seu centro interior, para que – apesar da fraqueza do homem – seja verdadeiramente instrumento da paz de Deus no mundo.

         Se hoje uma tipologia fundamental da violência tem motivação religiosa, colocando assim as religiões perante a questão da sua natureza e obrigando-nos a todos a uma purificação, há uma segunda tipologia de violência, de aspecto multiforme, que possui uma motivação exactamente oposta: é a consequência da ausência de Deus, da sua negação e da perda de humanidade que resulta disso. Como dissemos, os inimigos da religião vêem nela uma fonte primária de violência na história da humanidade e, consequentemente, pretendem o desaparecimento da religião. Mas o «não» a Deus produziu crueldade e uma violência sem medida, que foi possível só porque o homem deixara de reconhecer qualquer norma e juiz superior, mas tomava por norma somente a si mesmo. Os horrores dos campos de concentração mostram, com toda a clareza, as consequências da ausência de Deus.

         Aqui, porém, não pretendo deter-me no ateísmo prescrito pelo Estado; queria, antes, falar da «decadência» do homem, em consequência da qual se realiza, de modo silencioso, e por conseguinte mais perigoso, uma alteração do clima espiritual. A adoração do dinheiro, do ter e do poder, revela-se uma contra-religião, na qual já não importa o homem, mas só o lucro pessoal. O desejo de felicidade degenera num anseio desenfreado e desumano como se manifesta, por exemplo, no domínio da droga com as suas formas diversas. Aí estão os grandes que com ela fazem os seus negócios, e depois tantos que acabam seduzidos e arruinados por ela tanto no corpo como na alma. A violência torna-se uma coisa normal e, em algumas partes do mundo, ameaça destruir a nossa juventude. Uma vez que a violência se torna uma coisa normal, a paz fica destruída e, nesta falta de paz, o homem destrói-se a si mesmo.

         A ausência de Deus leva à decadência do homem e do humanismo. Mas, onde está Deus? Temos nós possibilidades de O conhecer e mostrar novamente à humanidade, para fundar uma verdadeira paz? Antes de mais nada, sintetizemos brevemente as nossas reflexões feitas até agora. Disse que existe uma concepção e um uso da religião através dos quais esta se torna fonte de violência, enquanto que a orientação do homem para Deus, vivida rectamente, é uma força de paz. Neste contexto, recordei a necessidade de diálogo e falei da purificação, sempre necessária, da vivência da religião. Por outro lado, afirmei que a negação de Deus corrompe o homem, priva-o de medidas e leva-o à violência.

          Ao lado destas duas realidades, religião e anti-religião, existe, no mundo do agnosticismo em expansão, outra orientação de fundo: pessoas às quais não foi concedido o dom de poder crer e todavia procuram a verdade, estão à procura de Deus. Tais pessoas não se limitam a afirmar «Não existe nenhum Deus», mas elas sofrem devido à sua ausência e, procurando a verdade e o bem, estão, intimamente estão a caminho d’Ele. São «peregrinos da verdade, peregrinos da paz». Colocam questões tanto a uma parte como à outra. Aos ateus combativos, tiram-lhes aquela falsa certeza com que pretendem saber que não existe um Deus, e convidam-nos a tornar-se, em lugar de polémicos, pessoas à procura, que não perdem a esperança de que a verdade exista e que nós podemos e devemos viver em função dela. Mas, tais pessoas chamam em causa também os membros das religiões, para que não considerem Deus como uma propriedade que de tal modo lhes pertence que se sintam autorizados à violência contra os demais. Estas pessoas procuram a verdade, procuram o verdadeiro Deus, cuja imagem não raramente fica escondida nas religiões, devido ao modo como eventualmente são praticadas. Que os agnósticos não consigam encontrar a Deus depende também dos que crêem, com a sua imagem diminuída ou mesmo deturpada de Deus. Assim, a sua luta interior e o seu interrogar-se constituem para os que crêem também um apelo a purificarem a sua fé, para que Deus – o verdadeiro Deus – se torne acessível. Por isto mesmo, convidei representantes deste terceiro grupo para o nosso Encontro em Assis, que não reúne somente representantes de instituições religiosas. Trata-se de nos sentirmos juntos neste caminhar para a verdade, de nos comprometermos decisivamente pela dignidade do homem e de assumirmos juntos a causa da paz contra toda a espécie de violência que destrói o direito. Concluindo, queria assegura-vos de que a Igreja Católica não desistirá da luta contra a violência, do seu compromisso pela paz no mundo. Vivemos animados pelo desejo comum de ser «peregrinos da verdade, peregrinos da paz».





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CNBB divulga nota por uma “Reforma Política: urgente e inadiável”


          Os bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reunidos em sua sede nacional em Brasília desde terça-feira, 25, divulgaram nesta quinta-feira, 27, encerramento da reunião, uma nota intitulada “Reforma Política: urgente e inadiável”.
          No texto, os bispos reafirmam a posição da Conferência de que é preciso trabalhar para que a Reforma de fato aconteça no país, porém, destaca que deve ultrapassar uma simples reforma eleitoral para que a nação colha os frutos necessários. “Se feita de forma a ultrapassar os limites de uma simples reforma eleitoral, ela se torna um caminho seguro para coibir a corrupção e sua abominável impunidade que corroem instituições do Estado brasileiro e a vida do povo”, diz um trecho do texto.
         Em coletiva de imprensa, a presidência da CNBB, por meio do seu presidente, dom Raymundo Damasceno Assis, reafirmou a posição da entidade expressa no texto. “Não estamos apenas pleiteando uma reforma eleitoral, mas uma reforma que nós consideramos urgente e inadiável e desejamos que a sociedade assuma essa bandeira de exigir e cobrar uma reforma política verdadeira em nosso país”.
Leia texto na íntegra, abaixo:
 
Nota da CNBB
Reforma Política: urgente e inadiável!

          A Reforma Política é uma urgência inadiável em nosso país. Se feita de forma a ultrapassar os limites de uma simples reforma eleitoral, ela se torna um caminho seguro para coibir a corrupção e sua abominável impunidade, que corroem instituições do Estado brasileiro e a vida do povo.
          A expectativa de sua efetiva realização, assegurada pela Presidente Dilma Rousseff, em seu discurso de posse, e pelas imediatas iniciativas da Câmara e do Senado de constituírem comissões para esse fim, está se exaurindo diante da lentidão e falta de vontade política com que o Congresso Nacional tem discutido o tema. Por isso, o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília, de 25 a 27 de outubro, manifesta perplexidade e indignação, em sintonia com o clamor que vem das recentes marchas contra a corrupção, e conclama a todos a exigirem dos parlamentares efetivo empenho na aprovação de uma reforma política ampla e com participação popular.
          A sociedade brasileira não pode ser frustrada neste seu direito. Projetos de leis de iniciativa popular exitosos, como as leis 9.840/1999, contra a corrupção eleitoral, e 135/2010, denominada Ficha Limpa, são a prova do quanto nosso povo quer pôr fim à chaga da corrupção no Brasil. Confiamos que o Supremo Tribunal Federal decidirá pela constitucionalidade desta última a fim de que seja aplicada já nas próximas eleições.
          Neste contexto, a CNBB reitera o que disse em seu documento Por uma reforma do Estado com participação popular: “A reforma política de que o país necessita com urgência, não pode se limitar a regras eleitorais, e dentro delas ao funcionamento dos partidos. Ela precisa atingir o âmago da estrutura do poder e a forma de exercê-lo, tendo como critério básico inspirador, a participação popular. Trata-se de reaproximar o poder e colocá-lo ao alcance da influência viável e eficaz da cidadania” (Doc. 91, n. 101).
          O momento exige, portanto, a retomada do diálogo entre os atores da sociedade civil e os legisladores, na perspectiva de incorporação de propostas concretas já construídas. Do contrário, o Congresso se omitirá, outorgando ao Judiciário a responsabilidade de decidir sobre questões que cabem, primordialmente, ao Legislativo.
          O fortalecimento da democracia direta passa pela regulamentação do artigo 14 da Constituição Federal, que trata dos plebiscitos, referendos e leis de iniciativa popular. Além disso, a reforma política não pode adiar medidas que moralizem o financiamento das campanhas eleitorais, assegurem candidaturas de “Fichas Limpas”, criem mecanismos para revogação de mandatos e garantam a fidelidade partidária.
          A CNBB considera indispensável, também, dar novos passos que ampliem a aplicação da Ficha Limpa, de modo a atingir cargos comissionados do Parlamento e outros Poderes da Federação. O Executivo e o Judiciário são corresponsáveis por um Poder Serviço dignamente cidadão.
          Movidos pela busca do bem comum e pela fé cristã, que nos faz “esperar contra toda esperança” (Rm 4,18), confiamos que estes apelos sejam ouvidos pelos Parlamentares.
          Nossa Senhora Aparecida, Mãe dos brasileiros, inspire nossos dirigentes e nos alcance de seu Filho a vitória que almejamos.

Brasília, 27 de outubro de 2011.
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida-SP
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão-MA
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário Geral da CNBB

sábado, 1 de outubro de 2011

INTENÇÃO DE ORAÇÃO DO SANTO PADRE MÊS DE OUTUBRO

          A intenção geral do Santo Padre Bento XVI para o Apostolado da Oração para o mês de outubro é a seguinte: "Pelos doentes terminais, para que sejam sustentados seus sofrimentos pela fé em Deus e pelo amor de seus irmãos".
         A intenção Missionária é: "Para que a celebração da Jornada Missionária Mundial faça crescer no Povo de Deus a paixão pela evangelização e o apoio à ação missionária pela oração e pela ajuda econômica às Igrejas mais pobres".

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS 2012

SILÊNCIO E PALAVRA: CAMINHO DE EVANGELIZAÇÃO

29 de setembro 2011. Abaixo está um comunicado emitido esta manhã pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais em ocasião da publicação do tema do Dia Mundial das Comunicações Sociais 2012.

          "A extraordinária abundância de estímulos da sociedade da comunicação traz em primeiro plano um valor que, à primeira vista, parece até mesmo em oposição a ela. É o silêncio, de fato, o tema central do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais, " Silêncio e Palavra: caminho de evangelização". Na pensamento do Papa Bento XVI, o silêncio não é apresentado apenas como uma forma de oposição a uma sociedade caracterizada por um fluxo constante e implacável de comunicação, mas um elemento necessário de integração. O silêncio, na verdade, precisamente porque promove a dimensão do discernimento e do aprofundamento, pode ser visto como um primeiro grau de acolhida da palavra. Sem dualismo, mas a complementaridade das duas funções que, em seu justo equilíbrio, aumenta o valor da comunicação e torna-se um elemento irrenunciável a serviço da nova evangelização. Segue-se, então, com algumas evidências o desejo do Santo Padre para ajustar o tema do próximo Dia Mundial, com a celebração do Sínodo dos Bispos, cujo tema será, precisamente, "A nova evangelização para a transmissão da Fé Cristã ".
          "O Dia Mundial das Comunicações Sociais, o único dia mundial estabelecido pelo Concílio Vaticano II (" Inter Mirifica ", 1963), é comemorado em muitos países, por recomendação dos bispos do mundo, no domingo antes de Pentecostes (em 2012, 20 de maio)."
          "A Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, é tradicionalmente publicada por ocasião da Festa de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas (24 de Janeiro)."

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CATEQUESE DO SANTO PADRE

BENTO XVI RECORDA VIAGEM À ALEMANHA

          28 de setembro 2011. Papa Bento XVI dedicou a catequese da audiência geral de quarta-feira, realizada na Praça de São Pedro, a recente Apostólica à Alemanha, que ele descreveu como "uma celebração de fé" e "um dom precioso que nós fez perceber novamente como seja Deus a dar a nossa vida o sentido mais profundo, a verdadeira plenitude."
          Ao recordar os momentos e lugares da viagem, o Papa começou da capital federal Berlim, onde em frente do Bundestag, o Parlamento Federal, quis expor "o fundamento do direito e do estado livre de direito, isto é, a medida de todos os direitos, inscrito pelo Criador na própria essência de sua criação." Esta visita segue-se a reunião com alguns representantes da comunidade judaica na Alemanha durante a qual, disse Bento XVI: "Recordando nossas raízes comuns na fé no Deus de Abraão, Isaac e Jacó, destacamos os benefícios obtidos até agora no diálogo entre a Igreja Católica e o Judaísmo na Alemanha". Em conversa com membros da comunidade muçulmana foi acordado "com eles sobre a importância da liberdade religiosa para o desenvolvimento pacífico da humanidade."
          "Fiquei muito satisfeito" - acrescentou - "da grande participação do povo" na Santa Missa no Estádio Olímpico de Berlim, onde, durante a homilia "(...) meditamos sobre a importância de estar unidos a Cristo para a nossa vida pessoal dos crentes e pelo nosso ser Igreja, seu Corpo místico."
         Na segunda etapa de sua viagem, o Papa visitou Turíngia, terra da Reforma Protestante. "Desde o início eu estava particularmente ansioso para colocar ênfase o ecumenismo no contexto desta viagem." Erfurt, onde Martin Lutero entrou na Comunidade dos Agostinianos e foi ordenado sacerdote, Bento XVI se reuniu com membros do Conselho das Igrejas Evangélicas na Alemanha. No antigo Convento Agostiniano "vimos novamente o quanto é importante, disse o Santo Padre, nosso testemunho comum de fé em Jesus Cristo no mundo de hoje. (...) Os nossos esforços comuns devem estar no caminho para a plena unidade", mas "somente Cristo pode nos dar esta unidade, e vamos estar unidos cada vez mais na medida em que voltamos a Ele e deixar-nos transformar por Ele."
          "Um momento particularmente emocionante para mim foi a celebração das Vésperas diante do Santuário Mariano de Etzelsbach" na região de "Eichsfeld", "faixa de terra que sempre se manteve Católica nas diversas vicissitudes da história e do seu povo que se opôs corajosamente contra as ditaduras do nazismo e do comunismo". Durante a Santa Missa celebrada em Erfurt o Pontífice recordou a santos padroeiros da Turíngia, Santa Elizabeth, São Bonifácio e São Kilian, e chamando a atenção para o "exemplo brilhante dos fiéis que testemunharam o Evangelho durante o sistema totalitário" convidadou "os fiéis a serem os santos de hoje, validas testemunhas de Cristo, e para ajudar a construir a nossa sociedade".
         "Comovente foi também o breve encontro com o Bispo Hermann Scheipers, o ultimo sacerdote vivo que sobreviveu ao campo de concentração de Dachau. Em Erfurt também tive a oportunidade de conhecer algumas das vítimas de abuso sexual por religiosos, a quem eu quis assegurar a minha dor e minha proximidade com o seu sofrimento".
          A Arquidiocese de Freiburg im Bresgau foi a última etapa da Viagem Apostólica, onde se realizou uma vigília de oração com milhares de jovens. "Fiquei feliz de ver que a fé em minha pátria alemã tem um rosto jovem, que está viva e tem um futuro, disse Bento XVI, Repeti-lhes que o Papa está confiante na participação ativa dos jovens: com a graça de Cristo, eles são capazes de trazer ao mundo o fogo do amor de Deus".
          No Seminário de Freiburg, o Papa recordou: "Eu queria mostrar aos jovens a beleza e a grandeza do seu chamado pelo Senhor e dar-lhes alguma ajuda para continuar a jornada de seguir com alegria e profunda comunhão com Cristo". Durante a reunião com alguns representantes das Igrejas Ortodoxas e Ortodoxa Oriental, o papa declarou que é "tarefa comum de ser fermento para a renovação da nossa sociedade".
          "A grande celebração dominical da Eucaristia no aeroporto turístico Freiburg foi outro ponto alto da Visita pastoral, bem como a oportunidade de agradecer a todos que trabalham em diversas áreas da vida da Igreja, especialmente os muitos voluntários e funcionários de iniciativas de caridade. São esses que tornam possível a muitas ajudas que a Igreja alemã oferece à Igreja universal, especialmente nos países de missão", disse o Santo Padre, "Eu também lembrou que seu valioso serviço será sempre fecundo, quando se trata de uma fé autêntica e viva, em união com os bispos e o Papa, em união com a Igreja. Finalmente, antes de meu retorno, eu falei com mil católicos envolvidos na Igreja e na sociedade, o que sugere algumas reflexões sobre a ação da Igreja numa sociedade secularizada, "convido de serem livres de encargos de materiais e políticos a ser mais transparência de Deus".
          "Queridos irmãos e irmãs, esta Viagem Apostólica à Alemanha", concluiu o papa, "ofereceu-me uma boa oportunidade para encontrar com os fiéis da minha pátria alemã, para confirmá-los na fé, na esperança e no amor, e compartilhar com eles a alegria de ser católico. Mas a minha mensagem foi dirigida a todo o povo alemão, para convidar todos a olhar com confiança para o futuro. É verdade, "Onde está Deus, há futuro".

terça-feira, 27 de setembro de 2011

CNBB: BISPOS PEDEM UMA REFORMA PROFUNDA CONTRA A CORRUPÇÃO

          "Uma reforma política profunda", que eliminaria o voto secreto dos deputados, e "extirpe velhas práticas nocivas para a melhoria da democracia." Foi o pedido da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), manifestando o seu apoio às mobilizações contra a corrupção iniciadas em 7 de setembro em Brasília e que esta semana foram repetidas no Rio de Janeiro. Protestos convocados através de redes sociais sem o apoio de qualquer partido, também dirigidos contra os escândalos que custaram até agora para o Governo da Presidente Dilma Rousseff a demissão de quatro ministros. "Sentimos uma grande preocupação, não só pela corrupção, mas também pela impunidade", disse numa conferência de imprensa o secretário-geral da CNBB, Mons. Leonardo Steiner. Um dos casos mais recentes que têm afetado a opinião pública - disse a agência Misna - era aquele de um deputado salvo por um voto secreto no Congresso, embora houvesse evidências em imagens retratando-o como recebe dinheiro de outro político acusado de corrupção . "A pergunta que faço a mim mesmo, não como CNBB, mas como cidadão é saber se o Congresso está autorizado a fazer essa reforma política, ou se devemos recorrer a uma Assembleia Constituinte", disse Mons. Steiner.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

ANGELUS: SANTO PADRE

Ao final da missa no Domingo dia 25/09 o Papa inicia o Angelus com as seguintes palavras:

Amados irmãos e irmãs,

          Queremos agora concluir esta solene Eucaristia com o Angelus. Esta oração faz-nos recordar sempre de novo o início histórico da nossa salvação. O Arcanjo Gabriel apresenta à Virgem Maria o plano de salvação de Deus, segundo o qual Ela deveria tornar-se a Mãe do Redentor. Maria fica perturbada. Mas o Anjo do Senhor diz-Lhe uma palavra de consolação: "Maria, não temas, pois achaste graça diante de Deus". Deste modo, Maria pode dizer o seu grande "sim". Este "sim" a ser serva do Senhor é a adesão confiante ao plano de Deus e à nossa salvação. E, finalmente, Maria diz este "sim" a todos nós que, junto da Cruz, Lhe fomos confiados como filhos (cf. Jo 19, 27). E nunca mais revoga esta promessa. E é por isso que Ela deve ser chamada feliz, antes bem-aventurada, porque acreditou no cumprimento daquilo que Lhe foi dito da parte do Senhor (cf. Lc 1, 45). Agora, ao rezarmos esta saudação do Anjo, podemos unir-nos a este "sim" de Maria e aderir confiadamente à beleza do plano de Deus e da providência que Ele, na sua graça, reservou para nós. Então, também na nossa vida o amor de Deus tornar-se-á, por assim dizer, carne, tomará progressivamente forma. Não devemos ter medo no meio das nossas preocupações sem fim. Deus é bom. Ao mesmo tempo, podemos sentir-nos apoiados pela comunidade de tantos fiéis que nesta hora rezam o Angelus conosco, em todo o mundo, através da televisão e do rádio.



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FESTEJO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

São Francisco de Assis e o resgate da criação a partir da Carta da terra. (CF 2011, 194)


A CARTA DA TERRA

          A Carta da Terra é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século 21, de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica. Busca inspirar todos os povos a um novo sentido de interdependência global e responsabilidade compartilhada voltado para o bem-estar de toda a família humana, da grande comunidade da vida e das futuras gerações. É uma visão de esperança e um chamado à ação.

         Oferece um novo marco, inclusivo e integralmente ético para guiar a transição para um futuro sustentável.

        A Carta da Terra é resultado de uma década de diálogo intercultural, em torno de objetivos comuns e valores compartilhados. O projeto da Carta da Terra começou como uma iniciativa das Nações Unidas, mas se desenvolveu e finalizou como uma iniciativa global da sociedade civil.

       Em 2000 a Comissão da Carta da Terra, uma entidade internacional independente, concluiu e divulgou o documento como a carta dos povos.

        A redação da Carta da Terra envolveu o mais inclusivo e participativo processo associado à criação de uma declaração internacional. Esse processo é a fonte básica de sua legitimidade como um marco de guia ético. A legitimidade do documento foi fortalecida pela adesão de mais de 4.500 organizações, incluindo vários organismos governamentais e organizações internacionais.

        À luz desta legitimidade, um crescente número de juristas internacionais reconhece que a Carta da Terra está adquirindo um status de lei branca (“soft law”). Leis brancas, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos são consideradas como moralmente, mas não juridicamente obrigatórias para os Governos de Estado, que aceitam subscrevê-las e adotá-las, e muitas vezes servem de base para o desenvolvimento de uma lei stricto sensu(hard law).

         Neste momento em que é urgentemente necessário mudar a maneira como pensamos e vivemos, a Carta da Terra nos desafia a examinar nossos valores e a escolher um melhor caminho. Alianças internacionais são cada vez mais necessárias, a Carta da Terra nos encoraja a buscar aspectos em comum em meio à nossa diversidade e adotar uma nova ética global, partilhada por um número crescente de pessoas por todo o mundo.

        Num momento onde educação para o desenvolvimento sustentável tornou-se essencial, a Carta da Terra oferece um instrumento educacional muito valioso.
PROGRAMAÇÃO DO FESTEJO
26/09/11 - Segunda-feira
19h: Santa Missa

Subtema: “Respeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade”

Equipe de celebração responsável: CCE Jesus O Bom Pastor, Pastoral da Sobriedade e Renovação Carismática Católica.
Animação Litúrgica: Grupo de Música Jesus O Bom Pastor

27/09/11 - Terça-feira
19h: Santa Missa

Subtema: “Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas”.
Equipe de celebração responsável: CCE São José, Pastoral da Comunicação e Legião de Maria.

Animação Litúrgica: Grupo de Música São José

28/09/11 - Quarta -feira
19h: Santa Missa
Subtema: “Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social e ambiental”.

Equipe de celebração responsável: CCE Santo Antônio, Pastoral do Batismo, Terço dos Homens e Obras Sociais.

Animação Litúrgica: Grupo de Música Santo Antonio

29/09/11 - Quinta -feira
19h: Santa Missa
Subtema: “Garantir que as atividades e instituições econômicas em todos os níveis promovam o desenvolvimento humano de forma equitativa e sustentável”.

Equipe de celebração responsável: CCE N. Sra. de Fátima, Pastoral da Família, Ordem Franciscana Secular e Pastoral Catequética.

Animação Litúrgica: Grupo de Música N. Senhora de Fátima

30/09/11 - Sexta -f eira
19h: Santa Missa
Subtema: “Adotar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem estar comunitário”.

Equipe de celebração responsável: CCE N. Sra. do Perpétuo Socorro, Pastoral da Juventude, Apostolado da Oração e Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão.

Animação Litúrgica: Marcos e Rita

01/10/11 - Sábado
19h: Santa Missa
Subtema: “Fortalecer as comunidades locais, habilitando-as a cuidar dos seus próprios ambientes e atribuir responsabilidades ambientais aos níveis governamentais onde possam ser cumpridas mais efetivamente”

Equipe de celebração responsável: CCE N. Sra. das Graças, Ministros da Palavra, Jufran e Movimento Eucarístico Jovem

Animação Litúrgica: Jackson e Raíssa

02/10/11 - Domingo
08h30: Santa Missa
Subtema: “Assegurar a generosidade e a beleza da terra para as atuais e as futuras gerações”

Equipe de celebração responsável: Pastoral Catequética, Ministério de Coroinhas e Terço das Mães.

Animação Litúrgica: Marcos e Ediones

19h: Santa Missa

Equipe de celebração responsável: CCE Santa Luzia, Pastoral Social, Irmãs de São José de São Jacinto e CPP.

Animação Litúrgica: Sérgio, Mário e Rose

03/10/11 - Segunda-feira
17h: Bênção dos Animais
Equipe celebração responsável: Terço das Mães e Equipe de Liturgia da Matriz.

19h: Trânsito de São Francisco

Subtema: “Integrar, na educação formal e na aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para um modo de vida sustentável”.

Equipe de celebração responsável: Pastoral Litúrgica, Pastoal do Dízimo e Irmãs M. de Jesus Crucificado.
Animação Litúrgica: Renovação Carismática Católica

04/10/11 - Terça-feira
08h30: Santa Missa - Idosos e Enfermos.
Subtema: Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração.

Equipe de celebração responsável: Legião de Maria, Apostolado da Oração, Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão e Ordem Franciscana Secular.

Animação Litúrgica: Sérgio e Cia.

PROCISSÃO
17h30: Concentração na Capela Nossa Senhora das Graças.

18h: Saída em direção à Matriz

Animação Litúrgica: Maria Elisa e Gilmar

19h: Missa de Encerramento

Subtema: “São Francisco de Assis e o resgate da criação a partir da Carta da Terra”.

Equipe de celebração responsável: CCE Jesus O Bom Pastor, Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão, Ministros da Palavra, Pastorais: Litúrgica, Comunicação, Sobriedade, Catequetica e Presidentes de Conselhos.

Animação Litúrgica: Grupo de Música Jesus O Bom Pastor.

PROGRAMAÇÃO SOCIOCULTURAL
Todas as noites haverá quermesse na Praça da Igreja, com barracas de comidas típicas e uma vasta programação cultural, com apresentação de artistas da comunidade e convidados especiais. É importante a participação de todos!