quinta-feira, 30 de junho de 2011

SANTOS PROTETORES

SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA

          Nasceu em Lisboa, no ano de 1195, recebendo, no batismo, o nome de Fernando. Ingressou no Mosteiro de São Vicente dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho onde especializou-se em Bíblia. Foi ordenado sacerdote e exercia o cargo de porteiro, cabendo-lhe distribuir pão aos pedintes. Em 1220 pediu ingresso na Ordem Franciscana, tocado pelo exemplo de cinco frades missionários que foram martirizados no Marrocos e mudou o nome para Antônio. São Francisco de Assis, fundador da Ordem dos Frades Menores, pediu-lhe: “Eu, Frei Francisco, desejo saúde a Frei Antônio, meu bispo. Apraz-me que ensines a sagrada teologia aos irmãos, contanto que, nesse estudo, não extingas o espírito de oração e devoção, como está contido na Regra” (FONTES FRANCISCANAS, p107).
          Sua atividade missionária na Ordem Franciscana foi intensa e desenvolvida na Itália e sul da França. Em 1228 pregou sermões da Quaresma para a Cúria Romana e o Papa Gregório IX o apelidou de “Arca do Testamento”. Faleceu no dia 13 de junho de 1231 (sexta-feira) e foi sepultado no dia 17 (terça--feira), nascendo daí a devoção às terças-feiras com distribuição do pãozinho.
          No Brasil Santo Antônio é invocado para quitação de dívidas, encontrar coisas perdidas e arranjar casamentos. Por sua insistência, a cidade de Pádua baixou decreto de libertação dos presos por dívidas. A atribuição ao casamento refere-se ao seu esforço bem sucedido junto a autoridades para mudar a lei que impedia moças pobres de casarem com rapazes ricos por questões de dotes.
          Na Paróquia São Francisco de Assis é padroeiro da comunidade da Ilhinha.

PARÓQUIA EM AÇÃO

Envio de Coroinhas



          No dia 22 de maio, na celebração da missa das 8h30 da matriz, Ibelio Vítor e Paloma Abreu encerraram seus serviços no Ministério dos Coroinhas, no qual estavam integrados há vários anos. A cerimônia do envio marca o término da participação nesse ministério, devendo os enviados engajaremse em outras pastorais e/ou movimentos da paróquia, onde continuarão seus serviços e missão pela construção do Reino. Que Deus os ilumine e guie seus passos nessa nova missão.

PARÓQUIA EM AÇÃO

HOMENAGEM A FREITAS E LUCIMAR

         O momento da despedida é sempre difícil, ainda mais quando se trata de duas pessoas tão queridas pela comunidade do Perpétuo Socorro e para a Paróquia de São Francisco como um todo, o Freitas e a Lucimar que voltam para sua terra, Teresina.
          A participação dos dois na comunidade foi marcante, porque há seis anos, precisamente no ano de 2005, a Paróquia de São Francisco acolheu a comunidade do Jaracati. E como o inicio é sempre difícil, principalmente para uma comunidade que estava sem atividades religiosas, frei Wilton muito sabiamente indicou um casal de missionários cabrinianos para colaborar nos trabalhos da igreja do Perpétuo Socorro. Um casal, que veio de mudança de Teresina para São Luís e que se colocou à disposição da paróquia para ajudar nos serviços da igreja, por coincidência ou não, no momento propicio para a nossa comunidade.
          Ao longo destes anos, eles participaram de diversas atividades diretamente como: no conselho da comunidade, na liturgia, na catequese, no dízimo e na comunicação, ajudando através de formação, na qual o Freitas foi o nosso formador, em momentos importantes da comunidade, como na novena perpétua de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, nas formações da catequese da comunidade e nas reuniões de preparação da liturgia.
          A presença deles na comunidade gerou muitas transformações maravilhosas, o retorno de muitas pessoas para igreja, a participação dos jovens e a integração da comunidade, que passou a partilha muitos momentos, além de todo o apoio religioso e pessoal oferecido a cada um da comunidade de forma individual, o que tornou a despedida um momento difícil, pois afinal eles participavam da nossa vida integralmente, só faltavam morar aqui, mas quase não percebíamos isso, pois a presença deles era uma alegria constante 24 horas.
Cirlene - Pastoral Litúrgica


PARÓQUIA EM AÇÃO

PASTORAL ARQUIDIOCESANA DA SOBRIEDADE COM SALA DE ATENDIMENTO


          Com uma simples solenidade e com as presenças do Senhor Bispo Auxiliar Dom José Carlos, Frei Wilton, Assessor Eclesiástico da Pastoral da Sobriedade, Maria do Carmo e Rogério Napoleão, Coordenadores Regionais, Luciléa e a Irmã Maria do Carmo Monteiro, Assessores, foi inaugurada no último dia 31/05/2011, a sala de Atendimento da Pastoral da Sobriedade, com sede instalada na Av. Pedro II - Arquidiocese de São Luis.
          A sala, que funcionará no 2º andar da Cúria Metropolitana, temcomo finalidade atender e oferecer informações referentes ao trabalho, informar sobre direcionamento aos padres, leigos, agentes da pastoral e de outros movimentos da Igreja, famílias com problemas das drogas e dependentes químicos que procurarem ajuda da Igreja. O atendimento será de segunda a sexta-feira, das 8h30 as 11h30. O telefone para informações é: 3313 4174.

PARÓQUIA EM AÇÃO

1ª Eucaristia na Matriz











          Realizada no dia 28 de maio, às 16 horas, na Igreja matriz, uma linda celebração do Sacramento da Eucaristia, presidida pelo pároco frei Wilton, quando 43 crianças e jovens receberam pela primeira vez, a sagrada comunhão. Os catequizandos foram preparados pelos catequistas Dália e Diego, Daniel e Edmilson. Parabéns aos catequistas, pela conclusão de mais um ciclo na missão de preparar crianças e jovens para a iniciação cristã.

A IGREJA EM FOCO


Santa Sé engajada na luta contra o HIV/AIDS

         Nos países pouco desenvolvidos, apenas um terço das pessoas portadoras do HIV têm acesso ao tratamento. Esse dado chamou a atenção da delegação vaticana presente no encontro sobre o tema, realizado em Nova York, Estados Unidos, na sede das Nações Unidas (ONU).
         Trazendo dados sobre a ação da Igreja Católica na luta contra o HIV/AIDS, a docente de direito, Jane Adolphe, informou que a Instituição fornece assistência a mais de 25% do total de pessoas que vivem com a doença, principalmente crianças. Nos países mais pobres, cerca de 15 milhões de pessoas estão contaminadas, mas somente cinco milhões têm acesso aos medicamentos antirretrovirais. A delegação vaticana ainda chamou atenção para o fato de que existem 16 milhões de crianças órfãs no mundo por causa do HIV/AIDS, de forma que é de grande importância prover assistência às famílias que possuem membros portadores da doença.
         A representante da Santa Sé lembrou que o objetivo principal é o de impedir a difusão dessa doença. Para tanto, conforme pesquisa realizada recentemente, o uso dos medicamentos adequados diminui em aproximadamente 90% o risco de transmissão. Outro remédio eficaz e de baixo custo, ressaltou a delegação, é uma mudança de comportamento, ou seja, abstinência antes do matrimônio, fidelidade após o matrimônio e instrução da família aos filhos quanto a um comportamento sexual responsável.
         Há 30 anos o mundo vive com a AIDS e hoje são 33 milhões de pessoas contaminadas.

Fonte: site cnbb

Ordenação de Dom Benedito



         Cerca de 4.000 pessoas estiveram presentes na Ordenação Episcopal de dom Benedito Araujo no dia 4 de junho, no Pavilhão de Eventos do Multicenter SEBRAE.
          Iniciada às 17h30, a celebração teve a participação de cerca de 87 padres e 14 Bispos.
          Monsenhor Benedito Araujo foi sagrado bispo pela imposição das mãos do bispo emérito da Diocese de Viana, dom Xavier Gilles de Maupeou d’Ableiges, tendo como consagrantes, dom José Belisário, arcebispo de São Luís e dom Geraldo Verdier – bispo da Diocese de Guajará-Mirim/RO.
          O novo bispo será recebido em Guajará-Mirim/Rondonia, no dia 2 de julho, onde será bispo coadjutor da Diocese daquele município.
          A Paróquia São Francisco de Assis se imana às alegrias pela ordenação de mais um bispo maranhense, pedindo as bênçãos de Deus em sua nova missão.


1º Seminário de Comunicação para Bispos do Brasil

         Será realizado no período de 12 a 16 de julho de 2011, no Centro de Estudos do Sumaré, no Rio de Janeiro, o 1º Seminário de Comunicação para Bispos do Brasil, tendo como tema “Comunicação e evangelização no contexto das transformações culturais provocadas pelas novas tecnologias”.
         O evento abordará o tema das transformações sociais e culturais baseado no diretório “A Comunicação na vida e missão da Igreja” (Documento 101). Estarão presentes conferencistas de renome internacional, vindos da Espanha, do México, de Roma e também, é claro, do Brasil — São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais — onde falarão sobre temas totalmente atuais e objetivos.
          O seminário é uma promoção do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais; da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB; e da Arquidiocese do Rio de Janeiro e antecede o 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação, realizado pela CNBB a cada dois anos (este ano de 17 a 22 de julho), espaço de reflexão sobre os meios e processos de comunicação tanto na Igreja, quanto na Sociedade. Nesta edição do Mutirão, as discussões terão como tema motivador “Comunicação e Vida: Diversidade e Mobilidades”.

Fonte: site cnbb

HOMENAGEM

É LER PARA CRER

Ética para minha neta: sete viagens com Natanna

          O livro é resultado da inquietação do autor, Antonio Bento Betioli, diante da sociedade atual, em que o “vale-tudo” substituiu a ética. Temas que fazem parte do processo de realização humana – auto-estima, capacidade de superação, autoconhecimento, criatividade, respeito, diálogo – são desvendados nas viagens do autor com sua neta a sete países imaginários, tendo como guia Dona Ética. Com uma linguagem simples e acessível aos adolescentes, a obra constitui uma excelente introdução à ética, ou seja, à arte de pensar sobre a conduta humana na existência.
          É um livro que pode contribuir para a formação dos jovens e a mudança das pessoas para que elas mudem o mundo.

Recomendado por:
Adeilce Azevedo

quarta-feira, 29 de junho de 2011

NOTÍCIAS DA CNBB

Vencedores dos Prêmios de Comunicação da CNBB 2010/2011

         Reunidos na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio), nos dias 08 e 09 de junho, o júri dos Prêmios de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) escolheu os vencedores dos trabalhos que concorreram aos prêmios Dom Helder Câmara de Imprensa, Clara de Assis (TV) e Margarida de Prata (Cinema) e escolheu os vencedores.
         Concorreram ao prêmio Dom Helder Câmara de Imprensa 35 trabalhos e os vencedores na categoria reportagem foram os jornalistas: Letícia Alline Paris, com a reportagem “Adolfo Guidi, dedicação e luta pela vida de um filho”, publicada na Revista O Mensageiro de Santo Antônio, e Daniele Simões, Paulo Eduardo de Gois e Felipe Chicarino da Silva, com a reportagem “Força de Vontade”, do Jornal Santuário de Aparecida. Os outros vencedores foram Alexandre Lyrio, Jorge Gauthier e Victor Uchoa, com a série especial sobre a vida de Irmã Dulce, com o trabalho “Além do hábito”.
         Segundo o assessor de imprensa da CNBB e jurado na categoria Dom Helder Câmara, padre Geraldo Martins, a matéria da Letícia Alline Paris chamou a atenção pela “singeleza e pela força” da história narrada. “Um texto muito bem construído, que prende e envolve o leitor do princípio ao fim. Além disso, a história é uma lição de vida que comove a todos. Os outros dois ganhadores também trazem fatos que desmentem os que identificam o jornalismo somente com anúncio de más notícias e tragédias”, disse.
         O prêmio Clara de Assis de Televisão teve 24 concorrentes, e o vencedor na categoria reportagem foi Laerte José Cerqueira da Silva, da TV Cabo Branco (afiliada da Rede Globo na Paraíba), com a matéria “Caravana – JPB – Paraíba”. A matéria mostra os problemas, desafios e iniciativas individuais que mudaram a vida de boa parte dos paraibanos. “Esta matéria mostra o trabalho voluntário que ajuda salvar vidas no sertão, como a de um ex-jogador de futebol que tira crianças e jovens da criminalidade, ou o trabalho voluntário de professores que ajudam jovens carentes a ingressar numa universidade, ou de um professor que construiu um teatro nos fundos de sua casa. Essa reportagem rodou mais de cinco mil quilômetros dentro do estado da Paraíba”, disse a assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB e jurada na categoria, irmã Élide Maria Fogolari.
         Na categoria documentário, o prêmio Clara de Assis teve dois vencedores: a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio), com o filme “Paternidade ausente, histórias incompletas”, que relata toda a dificuldade e desafios enfrentados pelo reconhecimento paterno, a investigação de paternidade e a relação entre pais e filhos, e Pedro Luiz Monteiro Teixeira, da Rede Canção Nova, com o filme “Irmã Dulce”, que fez um especial para TV sobre a vida e obra da irmã baiana, por ocasião de sua beatificação, ocorrida no dia 22 de maio deste ano.


          Dos 30 filmes que concorreram ao Margarida de Prata, os jurados escolheram o longa-metragem de ficção “Aparecida, o milagre”, de Tizuka Yamasaki. O filme narra uma história de transformação, superação e reencontro de um homem e sua família através da fé em Nossa Senhora Aparecida.


          Na categoria documentário de longa-metragem o escolhido foi “Família Braz – Dois Tempos”, de Dorrit Harazim e Arthur Fontes, que retrata, dez anos depois de documentar o cotidiano de uma família do bairro popular de Brasilândia (SP), a dupla de cineastas voltou a mesmo lugar e personagens para entender o processo de transformação que ali se operou. Como resultado, elaborou um retrato dos anseios e das conquistas de um grupo social que foi construindo o seu modo de ser ao longo de uma década.

          Na categoria documentário, o vencedor foi Zelito Viana, com o filme “Augusto Boal e o teatro do oprimido”. Segundo o professor da PUC Rio e jurado na categoria, Miguel Pereira, a importância política e existencial do Teatro do Oprimido de Augusto Boal aparece no documentário como um valor universal. “Preciosas imagens de seu método, aplicado em várias regiões do mundo, não apenas ilustram o conteúdo e a proposta do teatrólogo, mas revelam o sentido mais amplo dos resultados na vida e na consciência das pessoas e movimentos de libertação de si e das circunstâncias sócio-políticas do mundo em vivemos”, disse.
          O filme “Esse homem vai morrer – Um Faroeste Caboclo”, de Emílio Gallo, recebeu a menção honrosa do júri, como documentário investigativo.
          O júri para o prêmio “Microfone de Prata” aconteceu no dia 20, em São Paulo, na sede das Paulinas, com um júri formado, conforme prevê o regulamento, de representantes da Associação Católica de Comunicação, a Signis Brasil, com diretor e produtor de Rádio, ouvintes e um representante da CNBB. Dos 66 inscritos nas categorias Religioso, Jornalismo e Entretenimento, os contemplados foram: vencedor na categoria religioso, “A caminho do Reino”, Rádio 9 de julho, arquidiocese de São Paulo (SP), apresentação padre José Renato; categoria jornalismo, “Jornal da Manhã”, Rádio Educadora AM, Coronel Fabriciano (MG), apresentação de Roberto Siqueira e categoria entretenimento, “Caminhos da Amazônia”, Rede de Notícias da Amazônia – Rádio Santarém (PA), apresentação Joelma Viana e Anderleia Oliveira.
          O Microfone de Prata tem por objetivo estimular a qualidade das produções na linha da evangelização. O júri ouviu as produções e, segundo Antônio Celso Pinelli, secretário de Signis Brasil, percebe-se um crescimento muito grande na qualidade das produções de programas nas diferentes categorias.
          “Ao anunciar os vencedores, queremos renovar nossos agradecimentos pela participação de todos. Chamou-nos atenção, mais uma vez, a qualidade dos trabalhos inscritos, prova do quanto há profissionais trabalhando sério por uma comunicação pautada nos valores humanos, cristãos e éticos, base de uma sociedade democrática e cidadã”, destacou o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, arcebispo de Campo Grande (MT), dom Dimas Lara Barbosa.
          A entrega dos prêmios será no dia 20 de julho, por ocasião do Mutirão Brasileiro de Comunicação, no Rio de Janeiro (RJ).

Júri

         Para julgar e escolher os trabalhos, foram constituídos três júri, um para cada categoria, sob a coordenação do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, dom Dimas Lara Barbosa.
         Para o Margarida de Prata o júri foi composto pelos professores da PUC-Rio, Angeluccia Bernardes Habert, Ney Costa Santos, Sérgio Bonato e Miguel Pereira, além do presidente da Comissão, dom Dimas.
          Já o Clara de Assis foi julgado pela assessora da Comissão para Comunicação Social, irmã Élide Maria Fogolari, e pelos professores da PUC RJ, Viviane Medeiros Carmem Petit e César Romero Jacob.

          O júri do Prêmio Dom Helder de Imprensa foi composto pelo assessor de imprensa da CNBB, padre Geraldo Martins Dias, e pelas jornalistas Lilian Saback de Sá Moraes e Marcylene Capper.
          O júri do Microfone de Prata foi formado por: Antônio Celso Pinelli e Ângela Morais, diretoria de Signis Brasil e RCR; Irmã Noemi Dariva, diretora de Paulinas Rádio; Maria Yamazaki, produtora Rádio Jovem Pan; Irmã M. Celeste Ghislandi, diretora do SEPAC, representando a CNBB; Francisca Nunes B. Chiovitti e Ruy Alberto Jozsef Halasz, e ouvintes.

Caminhada pela Vida



         No dia 19 de junho, nas ruas no bairro São Francisco, aconteceu a Caminhada pela Vida como abertura da Semana Nacional Antidrogas na Paróquia São Francisco de Assis. Membros dos ministérios, pastorais, movimentos e serviços da paróquia se fizeram presentes na caminhada, a qual contou com a participação de pessoas das comunidades vizinhas.





          A caminhada saiu às 8h30min da Capela de Santo Antônio, após envio do Frei Raimundo, com as palavras “Sou Cristão: Vida Sim, Drogas Não!”. A Banda do Corpo de Bombeiros Militar contribuiu com a animação desde a abertura até o encerramento da caminhada. O vereador José Joaquim Guimarães Ramos, autor da lei que contempla a comemoração da semana antidrogas no município de São Luís, falou sobre a importância da atenção a essa problemática durante o percurso. Rogério Napoleão, coordenador regional da Pastoral da Sobriedade, também esteve presente e falou sobre a importância da ação da igreja através da Pastoral da Sobriedade na prevenção ao uso de drogas e recuperação de dependentes químicos.

         O encerramento ocorreu na praça da Igreja São Francisco de Assis com palavras da coordenadora da Pastoral da Sobriedade da paróquia Rosângela de Souza: “Enquanto no Congresso Nacional se articula a liberação da maconha, nossa luta é contra as drogas e por isso caminhamos em favor da vida”.
         A Pastoral da Sobriedade agradece a colaboração de cada uma das pessoas que contribuíram com a realização da Caminhada pela Vida de 2011 ao tempo em que se coloca à disposição daqueles que necessitam de ajuda para o combate à problemática das drogas. A sala da Pastoral da Sobriedade na Cúria Metropolitana fica aberta de segunda a sexta-feira das 8h30min às 11h30min e atende pelo telefone 3313-4174.
Jocielma Rocha
Pastoral da Sobriedade